<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d6455201\x26blogName\x3dsomatos+\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dTAN\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://somatos.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://somatos.blogspot.com/\x26vt\x3d-4926936997051577480', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

janeiro 03, 2008

ano novo, agenda nova

a empresa onde trabalho nos primórdios da sua existência em portugal, dava, como presentes natalícios aos seus colaboradores, cheques-oferta e uma agenda para o ano seguinte. há algum tempo atrás, deixou de o fazer, mas eu nunca precisei de agendas, porque a tendência que tenho é a de andar apenas com o essencial na mala e a agenda nunca foi, para mim, essencial.
digamos que nunca precisei de recorrer a papel para apontar o nome de um livro que saltasse, de soslaio, de um jornal lido por um qualquer utente do metro, porque a minha memória é mesmo muito boa. já o era na primária, continuou pelos anos seguintes, até começar a trabalhar, onde pude aperfeiçoá-la ao extremo. ao extremo, isto é, a ponto de confiar mais na minha memória do que em dados disponibilizados por aplicações informáticas feitas por pessoas cuja falibilidade é superior à minha.
ora este ano, vou precisar de uma agenda.
há datas, designações e conceitos desagradáveis que não intenciono memorizar, mas que convirá manter ao alcance da boca, para poder repetir se necessário, ou atirar para o ar num momento de frustração maior.
é uma agenda banal que permanecerá anónima e da qual nem sequer gosto, mas tem o espaço ideal para escrever os nomes de anti-inflamatórios que não devo tomar, os locais das terapias alternativas que pretendo seguir, registos patológicos diários e mesmo ideias mais surrealistas.

prometo que nunca irei escrever um livro com memórias do género "coitadinha".