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março 07, 2006

da inevitabilidade do morrer

"there is perhaps no other time at which mortal woman is closer to the sacred feminine than in the act of giving birth. it is, after all, the process of birth and death that sustains the great mother, and birth always contains the seed of death."

in adele getty, goddess: mother of living nature (thames & hudson, 1990)


nota bene: não sei se concordo com a palavra "act" para exprimir algo impreterível uma vez o corpo ocupado. se houve acto, enquanto tal, foi sexual. no offense.

Etiquetas:

Blogger zibl disse...

deu-me para derivar de aqui, deste teu texto. fi-lo no nosso blog, meu e da lian. espero que não te importes. não é um "comentário", é uma coisa que me apeteceu dizer, só.

8/3/06 20:42  
Blogger cassandra disse...

não me seria possível escrever aqui tudo o que gostaria sobre o parir e a evolução das relações humanas a partir da relação filho-mãe-filho.
na verdade, não o poderia fazer - nem tenho direito a essa pretensão - de forma honesta e completa porque nunca pari. e francamente, interessa-me mais que a mulher se valorize a si própria enquanto tal e não como tendo uma existência validada pelo facto de ser mãe ou esposa ou exercer um cargo de poder e influência.

8/3/06 21:09  
Blogger zibl disse...

crisálida, vejo da mesma forma que tu o que dizes a partir de "e francamente...".

se leste o que escrevi no lura, vês não tem muito a ver com o teu post - onde o miolo poderia ser: a semente de morte contida em toda a vida iniciada; e _não_ a pulsão de intermediar a vida, como aparece do "meu" lado, no meu post.

não pretendi "acrescentar" nada ao que tu disseste.

parti só do que li aqui para escrever sobre um problema não resolvido de uma mulher que não tem nem teve meios de o resolver, nem esperança, nem intenção de o resolver.

sim? queres dizer-me se me entendes?

8/3/06 22:47  
Blogger cassandra disse...

entendi sim. ficaram coisas por dizer. às vezes não me explico nos posts porque acho que todo universo está em sintonia com a frequência neuronal do meu cérebro e que vai imediatamente perceber o que quero dizer. depois é claro que tento acrescentar mais alguma coisita esquecida...

8/3/06 22:54  

diz ...