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fevereiro 20, 2006

este ano não começou bem.
ando gradualmente a perder a paciência, a perder a auto-confiança e a auto-estima, e a perder a capacidade de avaliar de forma imparcial uma situação, o que não é nada bom. exige-se calma. uma calma interior que se prolonga para o exterior. se eu já dominei esta capacidade, como cheguei a este ponto?
em que me sinto, a qualquer momento, pronta para gritar com quem quer que se atreva a dizer-me "não sei" ou "não consigo" ou ainda o famigerado "hmm... podes tratar disso?".
uma pessoa só pode tratar de uma determinada quantidade de trabalho. mais não.
mais e começam a deteriorar-se recantos do cérebro cuja designação é algo obscura e cujo estudo é ainda limitado.
e olhem que eu gosto de desafios, gosto que me empurrem naquela direcção em que, aparentemente, não há um caminho ou mesmo uma saída. mas problemas atrás de problemas, sem condições, não quero, obrigada. isso obriga-me (e tem-me obrigado) a trabalhar por 3 pessoas. eu sou só uma.
e foi assim que cheguei ao ponto de andar uma semana inteira a sonhar com trabalho, prestes a atingir um ponto de ruptura - creio que era isso -, porque não conseguia pensar em mais nada que não fosse o trabalho.
ora, a minha vida, como calculam, não é isto.
nem a minha nem a de ninguém.
não fui feita para ser explorada e é isso que sinto no momento. e o meu trabalho merece o devido respeito e não o vejo ser reconhecido enquanto tal.

então para quê irritar-me? perguntei-me hoje.
há umas noites atrás sonhei que havia uma simulação de incêndio na loja e durante esse ensaio de catástrofe, uma das vendedoras mais antigas da casa (a primeira mulher a trabalhar na área da micro-informática dentro da casa portuguesa e já foi bombeira) ajudava a evacuar clientes com uma tranquilidade impressionante.
esta tarde, ao vê-la, comentei o sonho e disse que gostava de ser como ela - porque ela já me tinha dito um dia que aquela calma era por dentro e por fora.
o comentário dela "os problemas são ridículos, não adianta pensar neles. tens é de pensar nas soluções para os problemas. e encará-los como parte de um processo inevitável de crescimento. se te sentes irritada é porque ainda não encontraste a solução e estás à procura dela da forma errada."

uma resposta inesperada de alguém inesperado.
estou a reflectir e começo a aperceber-me da razão das palavras dela.
Blogger Joca disse...

existe em cada problema uma chave para que possas continuar a caminhar...não queiras ficar sentada...

21/2/06 19:44  
Blogger zibl disse...

a resposta da mulher tranquila parece-me boa (no sentido de qbrir portas). repara também que, se a entendeste assim, é porque essa "resposta", antes de te ser dada, deve ter vindo a fazer um caminho dentro de ti. parece-me.

por favor, perder essas auto-s é que não, estima e confiança. os problemas estão "fora", se perdes essas auto-s, passam a atacar-te "por dentro", sabes como é?

quando olho para a _minha_ vida, tenho a impressão que nunca resolvi nenhum problema realmente importante, só pequeninos. a meia-dúzia de problemas grandes que tive (ou tenho) resolveram-se (ou irão resolver-se) por si. ou uma coisa assim. mas eu não sou lá grande exemplo :)

que saibas o que te faz feliz - desejo eu. a sério.

~~m

21/2/06 22:46  

diz ...