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fevereiro 04, 2006

nunca gostei do meu vizinho de cima.
o facto de ele nunca abrir a porta do edifício quando tocam à campainha dele, seja ctt, água ou o raio-que-o-parta, não me parecia um bom indício. o mesmo posso dizer do seu rosto sombrio e demasiado queimado do sol onde, ocasionalmente, se pode vislumbrar um sorriso enviesado com laivos de perversão.
é claro que isto era tudo um produto da minha imaginação, as pessoas têm as suas histórias, é certo, mas raramente são tão obscenas quando eu gostaria que fossem. a possibilidade de sordidez desperta a minha curiosidade.

a noite passada, quando entre as 2 e as 4 da manhã, enquanto escutava aquele homem receber pessoa atrás de pessoa no seu espaço exíguo - ele vive numas águas-furtadas em que temos de andar de costas ligeiramente dobradas -, culminando no momento em que ele ligou o rádio numa qualquer estação religiosa, dando assim início a uma sessão de ladainhas sem jeito nenhum que me impediram de dormir decentemente antes do meu teste final do semestre, de uma cadeira a cujas aulas raramente fui (incompatibilidade profissional), percebi tudo.

ele precisa muito de sexo.
por isso convidou os amigos todos para se juntarem numa seita qualquer e é claro que o ritual iniciático é terem relações sexuais com ele, o guru.

p.s.: ele é homossexual. de vez em quando, lá está ele, com um amigo, no seu quarto - exactamente por cima do meu -, a tentar destruir a cama com tanto pinote.
Blogger S. disse...

Não há como enganar uma mulher. já sabias disso tudo antes mesmo da hora da missa.

9/2/06 21:34  

diz ...