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julho 12, 2005

isto soa-me a platão, mas, aparentemente, trata-se de filosofia árabe

só bebe quem tem sede e o asceta não tem sede.
só fornica quem tem corpo e, o asceta, já não tem corpo.
o amor livre é o amor livre da função corpórea.
o corpo está, no amor livre, a mais.
o amor livre é o que ondula, imponderável, na esfera incorpórea e sublime, sem obsessão fisiológica, todo possesso da erótica divina.

in pinharanda gomes, história da filosofia portuguesa
vol. iii: filosofia arábigo-portuguesa (guimarães editores, 1991)