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julho 11, 2005

os dedos percorrem a espinha do livro com a lentidão de quem se sabe aprendiz. inspira fundo, rapaz, inspira fundo. apreende este cheiro, aprende-o também, partículas de pó divisíveis em tristezas e canduras da vida. devagar, os pés a arrastarem-se como devotos, deixas-te levar pelo couro que não brilha e cujo sabor queres conhecer.
um livro cai da estante junto da janela, da segunda prateleira a contar do topo. estatela-se no chão, prostrado diante da tua fome de conhecimento, queres tu acreditar.
mas acredita-me, rapaz, a tua fome - que não é de conhecimento, sabe-lo bem - não engana nem um livro, engana-te a ti, a tua mente, a sua criadora.
a arrogância é própria dos que pretendem conhecer. aspira à aprendizagem, rapaz, educa-te.
o conhecimento pode ser tremendo e aborrecido. ou ambos.