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maio 04, 2005

to *%$#-read or not to read? parte i de não sabemos

ler qualquer coisa muito má, que nada acrescenta ao nosso conhecimento ou que não permite um qualquer tipo de aprendizagem, ou ler absolutamente nada, permanecendo, dessa forma, longe de momentos que potenciam a abertura exponencial da nossa consciência a experiências elevadas?
Blogger animah disse...

nada ler.

4/5/05 22:52  
Blogger Ardente_Mente disse...

ler o mau. pelo menos uma vez. reconhecido, sabemos como evitá-lo nas próximas.

5/5/05 00:54  
Blogger cassandra disse...

esse é o verdadeiro ponto de partida: se nunca encontramos uma má leitura, como sabemos o que é?

5/5/05 14:43  
Blogger Alirka disse...

eu leio tudo o que apanho quando estou na casa de banho e já cheguei a saber de cor a composição do meu shampoo e a descobrir que o meu desodorizante pode ir para o ecoponto amarelo.

5/5/05 18:00  
Blogger animah disse...

fosse a pergunta absoluta, sem estar adjacente uma progressão dinâmica de aprendizagem passo a passo, e nada “mau” valeria a pena ler. (algo "muito mau" "que não permite um qualquer tipo de aprendizagem") … mais valeria sim, buscar outros meios de conhecimento, já que a aprendizagem pela leitura é tão válida quanto outra qualquer… desde que a mente a busque de forma desperta e clara.

5/5/05 18:41  
Blogger cassandra disse...

assim como...? quero exemplos.

5/5/05 18:47  
Blogger animah disse...

Partindo do princípio de que nada é possível descobrir que não faça já parte integrante do nosso universo interior em gradações de consciência diferente, tudo pode produzir conhecimento. Bastando apenas a observação activa e consciente de determinado objecto ou relação de forças.
A mente por si só será tão enganosa ou clarificadora quanto um livro, que não é mais que uma criação estruturada do conhecimento/experiência do autor.
Em termos absolutos, o “gatilho” para qualquer compreensão mais alargada da realidade, pertence somente ao indivíduo, dependendo da sua vontade/consciência activa e sistema de crenças associado. Logo tudo pode servir de “gatilho” exterior se o interior estiver em sintonia.

5/5/05 22:59  
Blogger sLx disse...

Essa é uma questão que nem se põe no nosso mundo com bibliotecas: pedes sugestões a quem confias ou sabes que te pode apontar livros bons. Depois é só comprá-los ou requisitá-los.

Depois de uns livros bons, torna-se mais fácil detectar os livros maus (e muito mais penoso lê-los).

6/5/05 09:48  
Blogger cassandra disse...

eu percebo-te, animah, mas provavelmente viciei-me em livros (qualquer vício é mau, eu sei) e naquilo que eu sei que vou descobrir neles ou naquilo que eu sei que sou capaz de projectar neles e deles extrair como se de algo exterior a mim se tratasse. na verdade, sempre acreditei que é o indivíduo que constrói a narrativa, seja ela a de um livro ou a da sua vida; talvez me seja relativamente «fácil» construí-la a partir de palavras escritas... outros fa-lo-ão a partir de ideias, de sons, de cores...
contudo, nada excluo do meu horizonte: há espaço para todo o tipo de experiências.

6/5/05 11:13  
Blogger zibl disse...

às vezes penso: quantos dos livros que li são verdadeiramente importantes? talvez uns 3%, ou ainda menos... talvez. mas procurar só os mais "importantes", não seria como tentar viver a vida sem pequenos detalhes do dia-a-dia, à espera apenas de "grandes revelações"?
se soubessemos de antemão o que devíamos ler, para que leríamos seja o que for? já saberíamos tudo o que há para saber...
não faço lá muito sentido hoje.

6/5/05 11:44  
Blogger Amaral disse...

Ler ou não ler?... Cá pra mim, habituei-me a ler. O que sei de informática foi, praticamente, à base da leitura. E dizem que percebo umas coisas (????)… O que sei noutras áreas, foi com a ajuda das leituras - sem a profusão de cursos que por aí anda…
Conclusão: o livro está ligado à cultura dum povo, à evolução do ser humano e ao acto da criação.
Entre o não ler ou ler ou coisa má, joguemos pela segunda para se poder valorizar a boa escrita.

8/5/05 00:27  

diz ...