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abril 25, 2005

porto covo ii

quero tocá-lo, sabes?
e, às vezes, estou quase a tocá-lo, mas luto comigo mesma e parece que as minhas mãos vão rebentar de tanto pulsar e que sangue e carne irão espalhar-se pelo ar se não o tocar, mas não o toco. não o toco e imagino o que aconteceria se o fizesse, se tivesse coragem. tocá-lo e sentir o sangue correr mais depressa. tocá-lo e aconchegar-me no seu calor. tocá-lo e sentir a minha pele consolar a dele, a dele proteger a minha. mas não o toco.
e o que lhe digo não é o que lhe quero dizer. falar-lhe-ia, um dia, enquanto o tocasse, com meiguice, do amor que sentira por ele, antes, agora. contar-lhe as hesitações, a paixão, o formigueiro nos dedos. nunca fui muito boa a dar nomes aos meus sentimentos, acho que nem sequer os consigo explicar, mas o que não consigo negar ou pôr em dúvida, é o facto de ter sentimentos. sim, quero estar com ele. sim, quero tocá-lo. sim, quero escutar o que ele tem para me dizer. e dar-lhe prazer. cheirar a pele dele quando a minha se lhe acostar e exigir mais calor.

junho 2003
Blogger Diane L. disse...

uff!
que brutal.
eu também sinto isso...
bolas, exprimiste os meus sentimentos :p

****

Apesar de a Diane L. ter morrido, tinha mesmo que comentar :p
****

Mónica

26/4/05 13:32  
Blogger cassandra disse...

como assim, morreu? como assim!?

26/4/05 15:05  
Blogger absurdo ponto disse...

e eu a pensar que aquilo era uma imagem de uma paisagem coberta de neve... afinal é o fim do blogue :(

26/4/05 16:25  

diz ...