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julho 31, 2005

esta tarde, a minha fé no ser humano ficou seriamente abalada.
um miudito franzino, ao sentar-se num comboio suburbano ao lado do pai e da irmã mais velha, comenta: "tás a ver? em todo lado, onde a gente vai, há sempre pretos, pai!"
o sorriso ternurento do pai foi massacrante.
Blogger Mónica disse...

realmente, é horrível ouvir esse tipo de coisas. Faz-me confusão como as pessoas podem ser tão más :(

***

31/7/05 22:48  
Blogger O poeta noctívago disse...

A mesquinhez e a estupidez sempre me causaram uma revolta nas vísceras. Mas o que cada vez mais me faz confusão é o facto de algumas pessoas poderem ser uma desilusão. Este mundo anda mesmo desconcertado! :(

1/8/05 02:14  
Blogger Mónica disse...

Não é apenas algumas pessoas. São todas as pessoas - toda e qualquer pessoa.
Nós é que não devemos deixar que o venham a ser.
Mas acontece sim, diversas vezes.

1/8/05 19:29  
Blogger O poeta noctívago disse...

Não, não são todas as pessoas. Apenas algumas constituem uma desilusão. E esse controlo escapa-nos...

1/8/05 22:34  
Blogger Luis Serpa disse...

Há muitos imbecis, sabes, e todos são parte do género humano. Não percas a tua fé (que bom a teres ainda!) por causa de um deles só: muitos mais encontrarás, vais ver. E o género humano, esse, continuará a ser o que sempre foi: uma mistura do bom e do pior, do bonito e do feio, do mau e do péssimo.

Como cada um de nós, aliás.

2/8/05 01:30  
Blogger O poeta noctívago disse...

Ora ainda bem que alguém me entendeu!
1. De facto, há muitos imbecis e o pior é esses mesmos atormentarem-te, ou continuares a encontrá-los ao longo da tua existência...
2. Não sei bem se lhe chamaria fé, pois é palavra que me deixa sempre céptico(e não só pela sua litúrgica acepção).
3. Luis, em súmula, despiste o género humano até ao seu esqueleto. Todos vivemos de mesclas, no entanto, a maior parte de nós luta para que o lado negativo não prevaleça.
4. Conclusão: fui muitas vezes mais desiluso do que desilusivo.

3/8/05 00:30  
Blogger Mónica disse...

Eu continuo a achar que todas as pessoas podem ser uma desilusão. Felizmente, para mim a maior delas não o chega a ser porque não peço nada, nem espero nada, apenas as deixo ser e tenho que as aceitar como são. Se se revelam de forma que não gosto, simplesmente as deixo.

E penso que não podemos afirmar que fomos mais vezes desilusos do que desilusivos. Mas claro que respeito a tua opinião e esta é apenas a minha.

4/8/05 23:23  
Blogger O poeta noctívago disse...

É óbvio e legítimo que uma pessoa pode afirmar que já foi mais vezes desilusa do que desilusiva. Sou um caso pragmático dessa situação, repito-o. Mas talvez seja uma questão minha, pois sou coerente, de carácter forte, personalidade vincada e com alma... e tenho o azar de atrair alguém que acabe por ser o meu oposto, ou não consiga reconhecer o meu valor...

5/8/05 22:52  
Blogger O poeta noctívago disse...

Nem todas as pessoas são uma desilusão. Felizmente, há casos de sucesso(risos). Há autênticas surpresas em forma de gente.

5/8/05 22:55  
Blogger O poeta noctívago disse...

Mónica, concordo contigo num ponto. Creio que devemos assumir o que somos e não o que os outros desejam. Por isso, todos os dias celebro a minha singularidade. Sinto orgulho das minhas idiossincrasias e de não ser uma desilusão, em particular, para mim mesmo. Ao mencionar a palavra desilusão, há um fulcral aspecto que me causa calafrios: fruto das interacções humanas, o problema reside principalmente na forma como as pessoas se revelam e isso não é uma questão para se deixar de lado. Há criaturas dissimuladas, que urdem ser outra coisa que não elas próprias(auto-mentira), com o escopo de usar e enganar os outros. Gostam de dar com uma mão e retirar com a outra(qual entidade divina!), brincando cruelmente com emoções.

Também costumo não estar à espera de nada ou pedir seja o que for. Mas quando quero uma coisa, vou à luta. Não permaneço especado.

5/8/05 23:28  
Blogger animah disse...

deves ser filho unico, poeta.
para viveres tão cheio de ti.
;)

7/8/05 23:09  
Blogger O poeta noctívago disse...

Não sou filho único, Animah. Além disso, não vivo só cheio de mim... mas também repleto pelo mundo. ;)

8/8/05 00:33  
Blogger O poeta noctívago disse...

A propósito, desde quando uma saudável auto-estima é uma característica de filhos únicos?!
That completely blew me away!

8/8/05 00:43  
Blogger animah disse...

A saudável auto-estima é naturalmente temperada com uma boa dose de humildade.
O domínio do ego não traz compreensão mas sim a manipulação dos conceitos tendo como fim a satisfação pessoal, em suma é simples ou intrincada ilusão.
A realidade não está na razão mas no domínio do sentir, com tal abertura, que também signifique ver pelos corações de outros que não apenas aqueles que satisfazem os nossos interesses pessoais.
Deixa antes que seja quem te conhece a dar-te valor pela verdade dos teus actos, a auto propaganda das tuas qualidades ou do teu “forte carácter” dificilmente dará azo a admiração.

8/8/05 01:59  
Blogger O poeta noctívago disse...

Apenas manifestei as minhas ideias, as minhas observações do mundo que me rodeia. Se não as interpretaste bem, Animah, nada posso fazer...

8/8/05 02:51  
Blogger O poeta noctívago disse...

Cassandra... onde está o teu último post? :P
Sugeriste a menção de casos que restauraram/mantiveram a confiança no ser humano... certo?

9/8/05 14:20  
Blogger cassandra disse...

foi, sim. mas não tenho nada que andar aqui a impôr-me... só quero ver-vos por aí, mesmo que não digam nada (o que não é o teu caso :P)

9/8/05 14:44  
Blogger O poeta noctívago disse...

Tu é que mandas. És a administradora deste blog... :P

Gostaria de referir, para já, somente um caso que me fez restaurar a confiança no ser humano. É uma visitante deste teu sítio, Cassandra... um nome apenas: Mónica. :)

Se achas que falo em demasia... :-#!!!

9/8/05 18:50  
Blogger cassandra disse...

a mónica é uma pessoa simples cheia de uma honestidade pura, não és, querida? :))

11/8/05 09:48  
Blogger O poeta noctívago disse...

Não considero a Mónica uma pessoa simples, mas sim complexa. Afável, todavia, complexa. Além de ser doce, muito doce. Uma autêntica ternurinha, como lhe costumo chamar! :)

12/8/05 00:24  

diz ...