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agosto 25, 2007

gesto rotineiro, procuro secar o mais possível o cabelo comprido, primeiro com a toalha, depois com o secador, a cabeça inclinada para a frente, o cabelo feito cascata negra. aproximas-te e beijas-me a nuca ou o lóbulo da orelha ou mordes-me o ombro. e é assim que eu vibro.
visto-me, quase sempre apressada nem eu sei por que razão, e quando puxo o cabelo para fora do casaco ou da t-shirt, surges atrás de mim e apertas-me a cintura, as tuas mãos descem ligeiramente, cada uma a seu ritmo, e sentem a textura debaixo delas, certas da carne e do cheiro dessa carne.
antecipo esse momento, porque é aí que me reconheço.