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março 02, 2005

se receias a morte, não consegues amar.
amar sem saber que terra pisas, nem sequer saber se há terra a pisar.
amar enrolado em ânsias, de dores extáticas, propiciador de momentos prenhes de sonhos e de visões.
amar como se fosses raio de aurora que passa devagarinho e imaculado por entre ramos de árvores caídas, por ermos indistintos e podres, para chegar ao ponto de partida, ao pai puro e ingénuo.
se receias morrer, receias viver.
receias os segredos inegáveis que estão do outro lado do espelho, autênticas paisagens nuas e belas.
Blogger ch'an disse...

viver é um constante renascer, é nascer e morrer muitas vezes
não penso que seja o medo que nos conduz, mas a consciencia do constante fracasso para lidar com falhas.

2/3/05 23:08  
Blogger Double S disse...

Na vida por vezes temos medo de avançar, de dar o salto no escuro. Devemos faze-lo, do outro lado pode estar aquilo que tanto procuramos.

4/3/05 14:57  

diz ...