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junho 14, 2006

esta noite, enquanto na minha anterior moradia, os meus pais se debatiam com baldes e alguidares para recolher a chuva que atravessava o tecto podre de 1862, eu dormia tranquilamente na minha cama nova, na minha casa nova (mais ou menos), alheia à tromba d'água que, inclusivé, inundou o acesso à estação de comboios. lembro-me de, a meio da noite, ter pensado "que barulheira, quem é que anda a bater palmas na rua a esta hora?".
às 8h30, abri as janelas e o sol brilhava no tejo.